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Portugal eleito como o quarto melhor país do mundo para a reforma

Panamá ocupa a primeira posição da tabela ultrapassando assim a Costa Rica que liderou o pódio do "2022 Annual Global Retirement Index" no ano passado.

Portugal ocupa a quarta posição do "2022 Annual Global Retirement Index", que aponta os dez melhores países do globo onde os reformados podem viver.


O índice baseia-se em 10 indicadores, com pontuação, desde a saúde ao clima, passando pela segurança. A soma da pontuação de todos os indicadores gera uma média que define a posição de cada país.

No caso de Portugal, entre os indicadores com avaliação mais positiva contam-se o clima, o sistema de saúde e o custo de vida.

Este ano, a Costa Rica, que até então ocupava o primeiro lugar da tabela, foi destronada pelo Panamá.





CNN revela Os 20 motivos que tornam Portugal no maior segredo da cozinha europeia.

Ouvir a CNN dizer que Portugal é um dos mais bem guardados segredos culinários da Europa impressiona. Estamos a falar de um artigo onde são enumeradas as 20 razões objetivas que tornam Portugal numa das melhores cozinhas europeias, a par da francesa, da italiana ou da espanhola.

1. O peixe perfeito

Só há um país na Europa onde se come mais peixe do que em Portugal – e são logo os nossos amigos islandeses, que tantas memórias nos deixaram no Euro 2016. No entanto, existe uma diferença colossal que a estação de televisão destaca: o famosíssimo chef Ferran Adriá diz que o melhor peixe do mundo vem do mar português. E ele é espanhol, como lembra a CNN.

O canal americano fala dos fantásticos mercados, onde se compra todo o tipo de peixe, do magnífico robalo grelhado no churrasco e dos fabulosos restaurantes onde comer um peixinho único: «São Roque», em Lagos; «Restinga», no Alvor; «Furnas», na Ericeira; «Azenhas do Mar» ou «Restaurante da Adraga», em Sintra; «Ribamar», em Sesimbra; ou «Doca das Cavacas», na Madeira.

2. O maravilhoso azeite 

É a base da cozinha portuguesa e, para a CNN, é também uma maravilha difícil de igualar – seja o azeite do Alentejo, da Beira Interior ou de Trás-os-Montes. Tanto fica ótimo por cima do bacalhau, de uma simples sopa ou de uma fatia de pão saloio acabado de sair do forno a lenha.

O canal de TV fala dos gigantes Gallo e Oliveira da Serra ou dos pequenos e artesanais produtores que estão a fazer um azeite imperdível – o destaque vai para o último prémio internacional ganho pelo azeite biológico Olmais.

3. O cozido à portuguesa 

A cozinha portuguesa pode ser mais pesada no Norte e mediterrânica no Sul, mas uma coisa une todo o país: o cozido à portuguesa. A CNN fala inclusivamente dos vários tipos de cozido: o do Algarve, com grão e hortelã; o do Alentejo, com borrego; o da Madeira, com batata-doce; ou o das Furnas, cozido debaixo do chão, que é imbatível.

4. Os novos chefs gourmet de Lisboa 

A CNN elogia o magnífico trabalho de José Avillez, no «Belcanto», de Henrique Sá Pessoa, no «Alma», ou de João Rodrigues, na «Feitoria» – e elogia muito bem e merecidamente – mas esquece-se do fabuloso trabalho que está a ser feito no Porto (Pedro Lemos, Rui Paula ou Vítor Matos são alguns exemplos) ou no Algarve.

Entre os pratos que encantaram a CNN, está o fantástico salmonete braseado com molho de fígados e xerém de amêijoas à Bulhão Pato, do «Belcanto».

5. O bacalhau

A CNN ficou encantada com os pastéis de bacalhau com feijão-frade, com o bacalhau à Brás, ou à lagareiro, ou com broa, ou à Zé-do-Pipo ou de qualquer maneira e feitio. Dizem que em Portugal há muito mais de 365 receitas de bacalhau, o que dá mais de um prato diferente por cada dia do ano.

Para a CNN, o melhor sítio para comer bacalhau é essa contradição de género que dá pelo nome de «Laurentina - O Rei do Bacalhau».

6. O queijo 

É um assunto que merece ser esclarecido internacionalmente: porque é que os queijos portugueses não são mais conhecidos? Segundo a estação de televisão, é um mistério por esclarecer. Seja por causa do extraordinário Queijo da Serra, do Queijo Amarelo da Beira Baixa, do Queijo da Ilha de São Jorge, do Terrincho de Trás-os-Montes ou de tantos outros. Para acompanhar, os americanos recomendam Vinho do Porto, vinho tinto ou marmelada.

7. As tripas à moda do Porto 

É inegável que se trata de um dos pratos mais procurados do Porto. A CNN fala ainda das francesinhas.

8. Os pratos de arroz 

Mais uma injustiça identificada – e muito bem – pela CNN: se a paella e o risotto são famosos internacionalmente, por que raio é que o arroz de marisco não é conhecido em todo o mundo? De facto, ninguém consegue replicar aquele maravilhoso arroz malandrinho, nem o delicioso sabor a alho, tomate e coentros, muito menos os suculentos nacos de lavagante, santola, gambas ou amêijoas.

Segundo a CNN, também vale a pena provar o fantástico arroz de pato, o maravilhoso arroz de cabidela ou o divinal arroz doce.

9. O presunto 

Mais uma injustiça desmascarada pela CNN: Portugal tem o mais saboroso e suculento porco da Europa. O presunto de porco preto alentejano é tão bom ou melhor do que o presunto espanhol ou italiano.

10. Os pratos típicos regionais

É verdade: cada região tem um prato típico que é único e delicioso. A CNN destaca a sopa de cação do «Porto Santana», em Alcácer do Sal; as lulas do «Correia», em Vila do Bispo; o ensopado de enguias, do «Telheiro», em Aveiro; ou a perdiz do «Solar Bragançano», em Bragança. Convenhamos que é de quem conhece, de facto, o país.

11. O vinho 

Espantoso. É esse o adjetivo que a CNN usa para qualificar a variedade de vinhos que tem um país tão pequeno como Portugal. Desde o vinho verde até ao vinho de Carcavelos, a estação de televisão fala de tudo.

12. A abertura ao mundo 

Desde o século XV que Portugal influenciou e foi influenciado pelas mais variadas cozinhas internacionais. Foram os portugueses que levaram a tempura para o Japão ou o caril vinda alo para Goa. Em troca recebemos o frango assado com piripiri, a feijoada ou as especialidades de Angola, Moçambique e Cabo Verde.

13. O leitão

Da Bairrada, claro. A CNN fala do «Pedro» e da «Meta dos Leitões», na Mealhada, ou da «Casa Vidal», em Aguada de Cima. O melhor leitão da Bairrada é claramente o da «Meta», onde tudo é bom: o leitão com a pele estaladiça, o molho picante, a salada de alface e cebola, as batatas fritas fininhas e o fantástico vinho frisante da Casa Sarmentinho.

14. A fruta

As bananas da Madeira, o ananás dos Açores, as cerejas da Serra da Gardunha, as laranjas e os figos do Algarve, os melões do Tejo, as ameixas de Elvas, as maçãs Bravo Esmolfe e as meloas da Ilha Graciosa nos Açores merecem tudo. De facto, não há fruta como a portuguesa.

15. As sardinhas 

A CNN está deslumbrada com os Santos Populares e as magníficas sardinhas assadas na rua. Não há dúvida de que é um programa imperdível. Mas se experimentarem as sardinhas fora da época dos Santos, entre julho e agosto, então, sim, vão comer um peixe inesquecível, gordo, saboroso e cheio de ovas.

16. Os petiscos mais estranhos 

Da fantástica lampreia aos imperdíveis percebes, passando pelas línguas de bacalhau ou pelo pudim Abade de Priscos, a CNN ficou impressionada pelos petiscos exóticos portugueses. E nem provaram os ovos mexidos com mioleira.

17. Os mercados 

Especialmente os mercados de frescos, com o peixe acabado de pescar, as frutas e os legumes das quintas ou as flores apanhadas diariamente.

18. Os rivais dos pastéis de nata 

Não é que os pastéis de nata não sejam bons, é que a CNN descobriu os outros deliciosos bolos portugueses, como o bolo de mel da Madeira, o bolo de figo, amêndoa e alfarroba do Algarve, os pastéis de Tentúgal, o toucinho-do-céu ou as barrigas de freira.

19. Os pregos e as bifanas

São boas escolhas, mas francamente não estão entre as 20 melhores especialidades da cozinha portuguesa. A CNN destaca os pregos do «Ramiro», em Lisboa. 

20. O cabrito e outros animais 

A CNN diz – e muito bem – que a carne em Portugal não se resume ao porco e ao leitão. O cabrito é elogiadíssimo, tal como a chanfana de Coimbra, a carne Barrosã ou a vaca maronesa. Também se fala do javali, do veado e da lebre.

Portugal é o melhor destino de golfe do mundo





Durante três anos consecutivos, 2014, 2015 e 2016, Portugal conquistou o prémio de melhor destino de golfe do mundo, melhor destino de golfe da Europa nos World Golf Awards. Algo que não admira se nos lembrarmos que é um país de clima privilegiado ao longo de todo o ano e que, particularmente no Algarve e na região de Lisboa, se encontram muitos campos várias vezes premiados, onde se disputam grandes provas dos circuitos profissionais da modalidade.

Muitos são assinados por nomes como Robert Trent Jones, Rocky Roquemore, Sir Henry Cotton, Arnold Palmer e outros conceituados arquitetos. Porém, o que melhor os define é a sua incontestável qualidade e beleza paisagística, implantados com frequência em zonas preservadas e com o mar como pano de fundo.

Para além dos muitos prémios que têm distinguido os campos da região, a prestigiada IAGTO também elegeu o Algarve como destino de golfe da Europa para 2014, título que foi atribuído à região de Lisboa para 2016.

Em 2015, o Algarve foi ainda considerado pelos leitores da Today’s Golfer como o destino com a melhor relação qualidade / preço (Europe’s Best Value Destination), repetindo uma escolha de 2012 e 2013.




Portugal é reconhecido internacionalmente como um destino de golfe e muitos dos seus campos, desenhados por arquitetos de renome, são bons desafios para os golfistas.

Sempre com preocupações de integração na paisagem, a maior parte dos campos tem percursos com traçados adequados a vários níveis de dificuldade. Entre todos, destacam-se alguns greens que se evidenciam pela sua dificuldade ou pela sua envolvência e são um verdadeiro teste à perícia e à técnica.

Praia d’El Rey
Com nove buracos à beira-mar, os caprichos dos ventos marítimos transformam ao Praia d’el Rey num campo que pode ser diferente todos os dias, o que só por si já é um bom desafio. No entanto, a grande prova pensada por Cabell Robinson são os 570 metros para atingir o 
buraco 17. No buraco 2 avista-se a Ilha das Berlengas ao longe e a paisagem marinha a partir do fairway do buraco 12 é muito apreciada. Foi considerado o sétimo melhor percurso da Europa pela Revista Golf World.

Quinta da Marinha Golf Club

No links imaginado por Robert Trent Jones, o 
buraco 13 é um espetacular par 4 com 339 metros que desce em direção ao mar, terminando num green com o oceano como cenário de fundo. Com cinco pares 5 e seis pares 3 entre pinheiros, o campo tem vistas espetaculares sobre o mar e a Serra de Sintra.



Troia Golf Championship Course
No links de Troia desenhado por Robert Trent Jones como o seu campo ideal, destaca-se o 
buraco 3, um famoso par 4 sobre as dunas onde Sam Torrence ganhou o portugal Open com dois pontos abaixo do par.

Campo de Golfe do Montado

No campo imaginado pelo arquiteto Jorge Santana da Silva, que se desenvolve entre sobreiros, o grande desafio é chegar ao 
buraco 18 que fica situado numa ilha.

Royal Golf Course de Vale de Lobo

No traçado que Sir Henry Cotton definiu no topo da falésia da costa algarvia combinando os fairways com áreas de pinheiros, a estrela é o green do 
buraco 16, com uma vista deslumbrante sobre o mar. Este par 3 obriga a uma tacada de 218 metros para sobrevoar três falésias até ao green! É um dos buracos mais fotografados da Europa e é presença assídua na promoção do golfe da região.

Belas Clube de Campo
Tem um percurso de campeonato bastante completo e diversificado, desenhado por Rocky Roquemore, que exige a definição de uma estratégia de golfe cuidada mas agrada a golfistas de diferentes handicaps. O grande estímulo do jogo está no green final, o “Big Hole”, protegido por um lago assustador. O buraco 2 também merece destaque, batizado com o nome Augusta em homenagem ao buraco 13 do campo onde se realiza o US Masters.


Campo de Golfe do Montado
No campo imaginado pelo arquiteto Jorge Santana da Silva, que se desenvolve entre sobreiros, o grande desafio é chegar ao buraco 18 que fica situado numa ilha.


Pine Cliffs Golf & Country Club
Tem uma localização única, no topo de uma extraordinária falésia da costa algarvia, a 60 metros da areia dourada da praia. A joia do campo é o buraco 6, o famoso "Devils Parlour", à beira de uma ravina, onde se tem de jogar por cima da praia para chegar a um green estreito, com uma tacada de 198 metros.

Sir Henry Cotton Championship Golf Course
Este campo foi escrupulosamente desenhado por Sir Henry Cotton para que cada buraco fosse um verdadeiro desafio à estratégia de golfe. Mesmo assim existem dois destaques a fazer. O buraco 5mostra a importância da água, com doglegs para a esquerda numa extensão de 451 metros e com obstáculos de areia e água lateral para a direita. O buraco 13, um par 3, é o mais marcante exigindo uma tacada longa por cima da água. Foi considerado um dos melhores 500 buracos em todo o mundo.

Quinta do Lago Sul
William Mitchel imaginou este campo com greens a poderem ser jogados de várias maneiras diferentes o que o torna num dos mais versáteis campos de golfe, anfitrião do Open de Portugal durante muitos anos. Para além dos bunkers estrategicamente localizados, destaca-se o buraco 15, um par 3 que requer um shot de 200 metros sobre um lago, para um green ladeado por pinheiros.

Pestana Alto Golf
O destaque deste campo desenhado por Sir Henry Cotton com vista sobre a baía de Lagos vai para o buraco 16, um dos mais compridos da Europa, exigindo um par 5 de 604 metros batizado “O Gigante”. O golfista que conseguir fazer um birdie terá direito a receber um certificado e será inscrito no quadro de honra do clube.



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